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Sem shows, Marília Mendonça e Gusttavo Lima são os artistas que mais faturam com streaming

O ano de 2020 foi desafiador para a classe artística, ainda que a arte tenha se mostrado cada vez mais necessária e presente nos mais variados formatos. Sem shows, cantores só tiveram o digital, leia-se as plataformas de streaming, como principal fonte de renda. Segundo um relatório da Music Business Worldwide, a nova maneira de se consumir música já é responsável por 80% do lucro da indústria da música — em 2017, era responsável por apenas 42,65%. As grandes gravadoras — Sony, Universal e Warner — chegam a gerar US$ 1 milhão (cerca de R$ 4,5 milhões) por hora com streaming.

Quando ainda se podia aglomerar, Gusttavo Lima e Wesley Safadão estavam no topo da lista dos cachês mais bem pagos do mercado musical brasileiro. Os shows chegavam a custar R$ 700 mil. Dentro do novo contexto pandêmico, só restaram duas saídas para compor e manter as receitas: a publicidade e o digital.

A cada 1.000 reproduções, as plataformas pagam em torno de US$ 0,003 (Spotify) e R$ 0,053 (Apple Music) e os repasses são porcentagens disso seguindo, claro, os acordos firmados com as gravadoras, que podem chegar a participações de cerca de 20-25% ou 60% em contratos mais arrojados.

Fonte: Metrópolis